04.05.16

ABAF participa de primeira reunião do Conselho de Administração do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia

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Integrantes do Conselho de Administração do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia (Ilhéus), reunidos no último dia 25 de abril no auditório Hélio Reis da Ceplac, elegeram como seu primeiro presidente o Prof. Rogério Quintella, representante da Universidade Federal do Sul da Bahia – UFSB. Como seu substituto eventual no conselho ficou o representante da Ceplac, Prof. Antonio Zugaib, técnico em planejamento da Instituição. O diretor executivo da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF), Wilson Andrade, participou da reunião como integrante do Conselho de Administração do Parque.

 

“A ABAF foi convidada a participar porque entendemos que ela é a organização mais representativa de um segmento econômico que se constitui em uma das quatro áreas de concentração do PCTSul, a de ‘Cadeias de Produção Agroflorestal’. Isto significa que é missão do PCTSul agregar esforços empresariais, acadêmicos e governamentais para o desenvolvimento de tecnologias que possam agregar valor econômico e sustentabilidade ambiental a este segmento”, informou Quintella.

 

O Parque Tecnológico tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento científico tecnológico como forma de incentivo a criação e desenvolvimento de empreendimentos de base tecnológica, promovendo o desenvolvimento econômico, social e ambiental e buscando o fortalecimento das indústrias. Segundo o seu presidente Rogério Quintella, o Parque Sul-Ba, será instalado numa área de 50 hectares localizada na Ceplac e que está sendo liberada pelo órgão num acordo de “cessão de uso”, com projeção para quatro áreas de concentração ou vocações: Biotecnologia e alimentos; Cadeias Produtivas Agroflorestais; Engenharias, Transporte e Logística e Tecnologias de Informação.
De acordo com Antonio Zugaib, técnico em planejamento da Ceplac e professor da Uesc, o Parque é um habitat do conhecimento onde vão estar envolvidos cerca de 600 a 800 doutores das universidades públicas e particulares, dos Institutos Federais e empresas afins. “Com certeza as empresas de Ciência e Tecnologia virão em busca deste conhecimento e se instalarão no Parque gerando mais tecnologia, emprego e renda e contribuindo com o desenvolvimento do Sul da Bahia”, declarou.

 

Segundo Wilson Andrade, a ABAF tem participado de todos os fóruns que digam respeito ao desenvolvimento do Estado da Bahia, em especial nos quatros polos de produção de madeira (Litoral Norte, Sul, Sudoeste e Oeste). “A iniciativa de expansão de parques tecnológicos regionais vai facilitar a desconcentração das atividades industriais e, com isso, a economia no estado. Os polos de produção de madeira na Bahia são exatamente os mesmos onde estão projetando os parques tecnológicos. Além disso, das excelentes condições edafoclimáticas, o setor da silvicultura trabalha com alto índice de tecnologia embarcada e, por isso, a Bahia tem recorde mundial de produtividade. Vale destacar também que os quatro eixos de trabalho escolhidos por este parque também coincidem com as nossas prioridades, o que contribui para que as empresas do setor continuem se tornando cada vez mais produtivas para, inclusive, competir no mercado internacional”, analisa Andrade.

 

O conselho foi formado por várias instituições que mostram o potencial da economia do Sul da Bahia, a exemplo da Universidade Estadual Santa Cruz – UESC, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano – IFBaiano, Sindicato das Indústrias de Aparelhos Elétricos, Eletrônicos, Computadores, Informática e Similares de Ilhéus e Itabuna – SINEC, Secretaria de Ciência e Tecnologia do Governo do Estado da Bahia – SECTI, Instituto Arapyaú, Associação dos Municípios da Região Cacaueira da Bahia – AMURC e ABAF.